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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Recursos em midias sociais para educadores

Um post de referência para o uso de mídias sociais em sala de aula. Oitenta e cinco indicações de recursos. Clique na imagem para ir até o blog "emergent by desing".














Você pode dar uma olhada na página da Social Brite (clique na imagem) sobre ferramentas de produção para a Web 2.0







Ou garimpar as dicas de Ferramentas para a mudança social (clique na imagem):

"A Vida em uma Dia" ou "Um Dia em uma Vida"?


Ridley Scott e o You Tube pretendem criar no dia 24/07/2010 um longa metragem colaborativo com o tema "A Vida em um Dia"
Visite página do You tube e inscreva-se: A Vida em um Dia
Liberte o flâneur que há em você!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

livros do André Lemos no google Livros

Uma lista de livros e textos do André Lemos (UFBA)sobre cibercidades e tecnologias móveis no Google Livros

sexta-feira, 6 de março de 2009

cibermetodologias no ciberjornalismo


Livro de metodologia para pesquisa de Jornalismo on-line do GJol- Grupo de Pesquisa em cibermeios da UfBa. Organizado por Marcos Palaciose Javier Díaz Noci(eds.)
Disponível para consulta no blog do GJol

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Esfera pública ...

Folha de São Paulo

19/01/2009 - 12h06
Software israelense manobra opiniões na internet

DIÓGENES MUNIZ
editor de Informática da Folha Online

Nem só de caças F-16 e mísseis teleguiados são feitos os ataques israelenses em Gaza. Uma arma em específico se destacou pela eficiência apresentada desde a escalada do conflito --e continuará sendo usada, mesmo após o cessar-fogo. Ela age nos bastidores da internet, modificando resultados de enquetes on-line, entupindo caixas de e-mails de autoridades e ajudando a protestar contra notícias desfavoráveis à comunidade israelense.

O nome da ferramenta é Megaphone, um software desenvolvido pela companhia Collactive e distribuído pela organização Giyus ("mobilização" em hebraico, mas também sigla para "Give Israel Your United Support" ou "Dê a Israel seu apoio integrado", em tradução livre). O programa serve para mobilizar internautas pelo mundo dispostos a manobrar ("balancear", segundo os usuários) opiniões na rede.

Desenvolvido em 2006, durante a Guerra do Líbano, seu uso atingiu 36.700 "soldados virtuais" com o conflito em Gaza. A meta: 100 mil participantes.

Lobby 2.0

O internauta disposto a fazer parte do arrastão cibernético precisa baixar um programa no site Giyus.org, que se apresenta como uma "coalizão de organizações pró-Israel trabalhando juntas para ajudar a comunidade judaica a fazer suas opiniões serem ouvidas de maneira efetiva".

Instalada a plataforma, aparecem no computador alertas em tempo real sobre notícias, enquetes, artigos, vídeos ou blogs que estejam com visões "a favor ou contra" a comunidade. Lembram os avisos de novas mensagens do comunicador instantâneo MSN. O internauta é convidado, a partir daí, a "agir por Israel" --enchendo os alvos de críticas, elogios ou votos.

Com poucos cliques (e sem dominar o idioma da página em questão), é possível influenciar uma pesquisa no site do Yahoo! ou mandar uma notícia sobre mísseis palestinos para a ONU, entre outros. O programa oferece no próprio navegador um formulário completo de "ação" já preenchido, com endereços dos destinatários e conteúdo padrão a ser enviado: o internauta sequer precisa abrir sua conta de e-mail ou clicar em "enviar".

Redes sociais e sites colaborativos, como Facebook e YouTube, também estão na mira do software. Esse tipo de estratégia, que recebeu o apoio do Ministério das Relações Exteriores de Israel, já forçou o site da BBC a tirar uma enquete do ar.

Desde o início da invasão a Gaza, dezenas de comunidades e sites foram "pichados", invadidos ou derrubados, tanto por piratas virtuais palestinos quanto israelenses. O que se destaca neste caso, no entanto, é o modo de atuação do programa, que institucionaliza a manipulação de informação de forma coordenada e colaborativa.

sábado, 28 de junho de 2008

Abolição Inacabada III - A liberdade das redes


Acompanhe o debate sobre projeto de lei proposto pelo senador Eduardo Azeredo que cerceia a liberdade na rede no blog do Sérgio Amadeu.

sábado, 14 de junho de 2008

Webquest e cyber social map

Recentemente, tenho pesquisado algumas coisas sobre edublogs e agora deparei-me com a proposta de "webquests". São espécies de questões-temas motivadoras propostas ou elaboradas em conjunto com os alunos que podem se valer de mapas de plataformas sociais do ciberespaço para desenvolvê-las. Descobri esta discussão no Colaborativo.org.
Gostaria de começar a usar alguns desses recursos em trabalhos integrados.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Livro sobre reputação e redes sociais

Dica interessante da Raquel Recuero sobre a reputação e as redes sociais:

The Future of Reputation: Gossip, Rumor, and Privacy on the Internet de Daniel Solove

Texto completo online

Prosumidores

Algumas indicações para pensar a categoria "prosumidores" e a Economia da Moral da Web 2.0 desenvolvida por Henry Jenkins
e sua página no MIT

Redes Sociais

Para quem se interessa por pesquisa em redes sociais, indico o blog da Raquel Recuero:
Social Media.

Raquel Recuero é jornalista, professora da ECOS/UCPel e pesquisadora. Suas áreas de interesse são redes sociais e comunidades virtuais na Internet, fluxos de informação e capital social no ciberespaço e jornalismo digital.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Wittgenstein e o ciberespaço

(E com quantas casas ou ruas, uma cidade começa a ser cidade?) Nossa linguagem pode ser considerada como uma velha cidade : uma rede de ruelas e praças, casas novas e velhas, e casas construídas em diferentes épocas; e isto tudo cercado por uma quantidade de novos subúrbios com ruas retas e regulares e com casas uniformes.

Ludwig Wittgenstein, Investigações Filosóficas

Quando descobri esse comentário de Wittgenstein, imaginei logo o ciberespaço.Usei esta citação como epígrafe na minha página na Wikipós.

P.S.: Aproveitando a deixa, recomendo a leitura deste blog kairosnews. Ele traz um sincero depoimento sobre o uso do wiki na educação.